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Por Ana Carolina de Resende

Chegou dezembro o final do ano aproxima-se apanhemos os papeis para projetar o novo (metas e planos), o que está por vir. Muitas coisas não foram feitas, porém, aprendemos um bocado não é mesmo?!

A vinda de um novo ano renova nossas forças, nos traz ânimo junto à vontade de ser melhor que no ano que finda e isso tudo aliado a positividade adiciona mais prazeres a nossas rotinas, trazendo um bem danado a nossa vida.

Um novo começo, uma nova oportunidade. Saber que podemos tentar mais uma vez e quem sabe conseguir.

Acaso não consigamos podemos mudar os planos, o rumo e dando nova direção quem sabe encontrar o que não desejávamos, mas o que precisávamos.

Já perdi as contas de quantas vezes tive que ajustar as velas com a mudança brusca do vento e vejo que nunca foi em vão.

É preciso ter foco e não pressa há vários caminhos para um mesmo destino. E se os caminhos  levar-te a outro destino, seja sábio.

Tente sorrir.

Escolha sentir.

O bom da vida é viver!

 

Curiosidade:

UMA BREVE HISTÓRIA DO TEMPO

“Grandes civilizações dividiram o tempo em unidades que usamos até hoje

ANO

Em 46 a.C., o general romano Júlio César adaptou o calendário egípcio – de 3000 a.C. O modelo juliano dividiu o ano em 365 dias – equivalente ao ciclo solar conhecido à época – e 12 meses. Em 1582, o papa

Gregório XIII corrigiu imprecisões e estabeleceu o modelo atual, o gregoriano

MÊS

Babilônios, egípcios e antigos chineses dividiam o ano em dez períodos, nomeados de acordo com seus deuses. Os romanos foram os primeiros a dividir o ano em 12 partes. Os nomes do sétimo e do oitavo mês, porém, eram quinctillis e sextillis – julho e agosto surgiram depois, em homenagem a Júlio César e ao imperador César Augusto

Em 8 d.C., o senado romano jogou um dia de fevereiro para agosto. É que o mês de César Augusto tinha um dia a menos do que o de Júlio César (julho)

SEMANA

A definição do ciclo de sete dias tem origem dupla. De um lado, os astrólogos de Alexandria, capital do Egito por volta de 300 a.C., organizaram os dias em grupos de sete para seguir a ordem dos sete planetas até então conhecidos. De outro lado, a tradição hebraica do Shabbath, que estabelece um dia de culto a cada sete, no qual os judeus descansavam

Os sumérios já observavam o ciclo de sete dias – relacionado às fases da Lua – antes de egípcios e hebreus, porém sem formalizar o sistema

DIA

Os babilônios precisavam medir o tempo em frações menores que o dia e a noite. Para isso, inventaram o primeiro relógio da humanidade, o relógio de sol. Ainda não dava para marcar as horas com precisão, mas a trajetória da sombra separava o dia em 12 partes. Com o mesmo raciocínio, dividiram a noite também

HORA

A definição de horas, minutos e segundos era conhecida desde os babilônios, mas demorou até alguém medir o tempo com precisão. O relógio mecânico só surgiu no século 14 e atrasava 15 minutos por dia – um dia a cada três meses! Em 1656, com o relógio de pêndulo, o atraso diminuiu para um minuto por semana

O segundo equivalia a 1/60 do minuto até 1967, quando o Sistema Internacional de Unidades definiu sua duração baseado na radiação do átomo de césio 133

OUTRAS MEDIDAS

Com o avanço tecnológico, surgiu a necessidade de medir intervalos de tempo menores. É o caso do microssegundo (milionésima parte de um segundo), do femtossegundo (1 quatrilhão de vezes menor que um segundo) e do attossegundo (mil quatrilhão de vezes menor que um segundo), o menor tempo já medido por cientistas

Membros da Revolução Francesa tentaram emplacar um sistema decimal para medir o tempo – a fim de uniformizá-lo com as medidas de distância”.

 

Fonte: mundoestranho.abril.com.br

1º Aninho

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Por Ana Carolina de Resende, em 29.11.2017.

Bi

Há um ano por volta das 17h00 à bolsa estourava em um salão de belezas onde fui me preparar para sua chegada. Nos meus pensamentos você viria à próxima semana. Quanta água… Eu pensava: “como diz a Cris (querida enfermeira obstetra que Tanta bagagem nos trouxe em seus cursos para gestante) esta tudo certo, o líquido esta transparente, preciso ir para casa e ligar para o Alan”.

Sim eu estava em paz focada em nós. Empoderada de amor eu fui dirigindo até em casa onde liguei para seu papai, a trabalho nada mais nada menos em: Taquarussu. __ “Amor a bolsa estourou, não estou nervosa somente emocionada, vou ligar para minha mãe vir até você chegar, fica calmo e não venha correndo”. Tomei um banho, coloquei um vestido, fechei a mala e chegando ao elevador seu pai já estava lá rsrs milagrosamente transcendeu Taquarussu para cá.

Infelizmente não tivemos um parto natural como desejado durante as 38 semanas, porém devemos aceitar e agradecer o que nos foi posto. Na sala ao preparar para cesariana vieram as contrações e eu me esforçava para manter a calma e aceitar a forma que você viria. Durou pouco mais de 20 minutos, pois logo chegou o anestesista.

Às 20h30 conhecemos o seu rostinho, formado por uma boquinha vermelha e muito mais muito cabelo, liso e pretinho (minha branca de neve estava ali em meus braços). Emoção ao vê-la mamar assim que nasceu tão pertinho…

O barrigão deu lugar ao meu pacote de amor foi ali que a conheci, ou melhor, eu imaginei conhecer você nestes meses de gestação, porém, foi na volta para casa e com os dias que nos conhecemos. A cada mamada, a cada toque e troca de carinho. Seios enchendo, papai ordenhando, Lupinho por perto. Minha bela adormecida no primeiro mês sufocava com a quantidade de leite. Em casa ficamos ali nós: eu, você, seu papai e Lupe. Juntos prontos aos desafios, após cursos, leituras, vontade e muito amor abrimos a porta da vida para receber você.

Lá se foi o primeiro mês, onde ouvíamos: “essa menina só dorme?” Sim ela dorme pela graça de Deus!

Com o segundo mês vieram as cólicas, sempre à noite, por volta das 19h00, muito choro, banhos, ofurô, massagens e você padecida da dor.   Junto a isso você ficou dodói e precisou ser internada, foi ali com seu pai no leito de um hospital que eu conheci a força no momento mais difícil da minha vida até hoje, foi quando Deus me mostrou o quanto somos amor e força, ou melhor, quanto o amor nos dá força. A avalanche do ser pais nos dominou. Ao voltar para casa com você fomos gratidão e com uma semana você já estava recuperada.

Aos seis meses viajamos, você conheceu o mar e descansamos.

O tempo foi passando… mamãe voltou ao trabalho, você foi ao berçário.

Assim aprendemos a nos distanciar por algumas horas, esperar o tempo para voltar a estarmos juntas.

Você ganhou amiguinhos e teve introdução de outros alimentos que não o leitinho da mamãe.

Aos nove meses você engatinhou para todos os lados e subiu com apoio. Amou rastejar como uma cobrinha. Ficava de pé no berço, dando gritinhos e muitas gargalhadas.

Aos dez meses para onze você andou com apoio e comia muito bem.

Aos onze meses você balbucia muito, faz sinal de tchau com as mãos e “não não” com a cabeça, bate muitas palminhas, chama por nós, fala por diversas vezes (“me dá”), desce da cama e continua caminhando com apoio.

Passamos por febres, vômitos, viroses. Sorrisos, gritos e sustos e a cada dia uma descoberta.

No decorrer destes 12 meses fomos fazendo testes e nos adequando, vendo o que era melhor para você, para nós. Não durmo mais após o almoço e não tenho tanto tempo para algumas coisas. Hoje eu e seu papai somos mais. Neste um ano aprendemos a esperar, silenciar e te amar.

Feliz aniversário amorzinho!