Captação

Captação

Por Ana Carolina de Resende

Boa tarde, amigos do Dialogue.

Por diversas vezes, deparo-me pensando qual a melhor forma de impor limites a Beatriz, ensinar o que é adequado e o que não é.

Temos a impressão que falamos com os nossos bebês e não somos compreendidos não é mesmo? Porém, através das expressões não só faciais, mas também corporais, a Bia tem ensinado a nós, mãe e pai, que compreende diversos acontecimentos e a interação vem natural, mesmo ainda sem a introdução completa da fala o que é mágico.

Daí, a partir deste intercâmbio, nos vimos entrando em seu mundo e podendo a cada dia mais ensinar coisas boas a ela.

Achei válido expor estes pensamentos a vocês, uma vez que, carregamos o nome DIALOGAR que não pode ficar preso a palavras devendo estender-se às diversas formas de comunicação.

Estando Beatriz no auge dos seus 19 meses e não fugindo da linha da compreensão tenho lido alguns artigos em que algo me chamou atenção: distrair o bebê com outra atividade para mudar o foco, no caso de ele estar fazendo algo inadequado ou mesmo dando birra.

Isso mesmo, mudar o foco dá super certo até mesmo com nós adultos e por que não utilizarmos com as crianças?

Por vezes nos deparamos com os pimpolhos chorando por um brinquedo ou algo que queiram fazer que não seja adequado a eles ou ao momento e por vezes repreendemos de forma imprópria, uma boa alternativa é desviar o foco mostrando a eles algo que realmente seja interessante no momento. E daí eu penso, seria uma tapeação? Sendo a criança movida pela curiosidade penso que não. Nada mal estimularmos a curiosidade em coisas produtivas. Eles vão compreender que há algo melhor, mais interessante. Penso.

Outra dica, uma alternativa bacana para recorrer na hora do não é, além de chamar a atenção da criança, oferecer a ela algo em troca.

Um bom NÃO! Também continua super indicado, o que vai fazendo a crianças ter compreensão são as suas repetições.

Ainda, advertir as conseqüências das maneiras erradas e o que fazer no lugar delas é um ótimo caminho para que o bebê comece a assimilar certo e errado.

Acreditem, eles entendem e compreendem principalmente se dito com constância, repetição e carinho.

Paz e bem a todos!

Sol!!!

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Por Ana Carolina de Resende

Boa tarde amigos do dialogue. Estamos no mês de Julho, o mês em que nós sacamos a mochila do armário e buscamos prazer, água, sol, montanha, vento!!!

Julho é o mês de Férias das crianças e principalmente aqui no Tocantins com ele vem o sol. Pensando nisso fui buscar alguns cuidados que devemos estar atentos com relação a nossos pimpolhos.

Primeiramente acerca do horário, não abuse da exposição ao sol entre 9h30 às 15h30. O melhor horário será antes das 10h ou após as 16h. E para adquirir a sonhada vitamina D não é necessários horas de exposição, mas minutos.

E claro filtro solar. Busquem o fator de acordo a cada faixa etária, além dos bonés, chapéus e guarda-sóis.

O que temos hoje em dia (uma benção) são as roupas com proteção UV e o melhor, podemos comprá-las em lojas de departamento com valores ótimos para qualquer bolso.

Para as crianças dê preferência aos protetores hipoalergênicos. Lembramos que os bebês antes dos seis meses de idade não devem usar filtro, pois, a partir dessa idade, a pele do bebê já está menos sensível, menos suscetível a alergias ou qualquer outro dano.

Sendo, o protetor ou bloqueador um produto químico, não é indicado que os bebês se submetam a ele antes dos seis meses.

É preciso aplicar o protetor solar 20 minutos antes da exposição solar e reaplicá-lo a cada duas horas, pois eles não oferecem proteção para todo o dia. É preciso reaplicar o produto também após transpiração excessiva e ao sair da água, mesmo que o protetor seja a prova d’água. É importante lembrar-se de usar o filtro, inclusive, em dias nublados ou chuvosos, pois existe uma dose acumulativa de radiação, mesmo em dias de sol menos intenso. É essencial ensinar a criança a se proteger do sol desde cedo.

Não vamos esquecer-nos da hidratação muita água, vamos ofertar líquidos aos pequenos. Alem de lanches leves, nada de levar uma feijoada na marmita rsrsrs.

Lembramos aos papais e cuidadores: verifiquem para não deixarem cair bebidas, como limonada, Coca e suco de laranja, na pele, o que pode ocasionar queimaduras  e  manchas escuras. Caso aconteça, é preciso retirá-la com água e não passar só a mão ou enxugar com um pano.

Finalizando… 

 Confira cinco itens que não podem faltar na bolsa dos pequenos:

  • Filtro solar
  • Boné ou chapéu
  • Óculos escuros – quando estiver exposto aos raios solares por muito tempo
  • Protetores para os lábios
  • Camisa com tecido anti UV
  • Garrafinha de água
  • Lanchinho
  • Diversão.